terça-feira, 24 de agosto de 2010

O fenômeno Gaga


Esse fim de semana, mas precisamente no domingo 22, estive procurando na internet sobre a vida da Lady Gaga, só por curiosidade, porque tenho essas manias. Por saber o quanto é duro ter um espaço na música, não sou do tipo que fala “Nossa ela surgiu ontem e esta fazendo sucesso! Ninguém surge do ontem, faz fama e mantém a fama assim do nada. Todo mundo tem uma história e foi isso que quis saber da Lady Gaga. Engraçado que depois de matar minha curiosidade no domingo, na segunda feira, um dos únicos dias que tenho ido a faculdade pegar um disciplina do 8° semestre, tive uma bela surpresa. A minha professora doutora Danielle Zuma, passou um texto sobre a Lady Gaga, para discutirmos na próxima aula. (que coincidência hein?) Ainda não li o texto, mas depois de estranhamente defender a Lady Gaga  ontem na sala, enquanto alguns amigos a criticavam sem saber de sua história, resolvi colocar um pouco do que li sobre a Gaga aqui no blog. Infelizmente o site que li a matéria no domingo, foi um site norte-americano e hoje não consegui encontrá-lo para colocar as referências devidas. Mas achei uma matéria (biografia) similar feita aqui no Brasil pela MTV.

Separei 3 partes interessantes da matéria (biografia)...

Escolha do nome artístico e inspiração musical:
“Sempre gostei de pop, rock e teatro. Quando descobri Queen e David Bowie foi quando tudo fez sentido para mim e percebi que podia reunir as três coisas”, comentou GAGA, que se inspirou em uma das canções do Queen – ‘Radio GAGA’ – para se batizar e que tem nas estrelas rock Peggy Bundy e Donatella Versace os seus ícones de moda. “Olho para estes artistas como ícones de arte. Não se trata só da música. Tem a ver com a interpretação, a atitude, o visual. É tudo E é aí que eu vivo como artista, é isso que quero alcançar.” 


Inicio do sucesso:
Tal objetivo pode parecer alto para uma iniciante, mas é preciso reconhecer a artista: GAGA é a menina que aos 4 anos aprendeu a tocar piano de ouvido. Aos 13, escreveu sua primeira balada ao piano. Aos 14, tocava em bares e clubes noturnos como o Bitter End de Nova Iorque e aos 17 se tornou um dos 20 jovens de todo o mundo a ser admitida na Tish School of the Arts, na NYU. Aos 20 anos, assinou contrato com a gravadora Interscope e já compunha para outros artistas (como as Pussycat Dolls, Britney Spears, Akon e foi requisitada por vários outros artistas), antes mesmo de seu álbum ser lançado: LADY GAGA tinha conquistado o direito de desejar alcançar o céu. 

O disco:
“O meu objetivo enquanto artista é trazer ao mundo um disco pop de uma forma interessante”, confessou LADY GAGA que compôs todas as suas músicas, melodias e realizou grande parte do trabalho com sintetizadores em seu disco: THE FAME. Em THE FAME é como se GAGA dividisse o álbum em duas partes dance-pop – uma eletro-pop e outra rock, burlesca, com uma pitada de Disco – e enchesse generosamente as taças de Martini do mundo para embebedar a todos com sua Fama. “THE FAME é sobre como qualquer um poderia se sentir famoso”, explica. “A cultura Pop é arte. Odiar o pop não faz as pessoas parecerem cool, então eu abracei isso e você pode ouvi-lo em todo meu disco. Eu quero convidar a todos para a festa. Eu quero que as pessoas se sintam parte desse estilo de vida. 

A primeira faixa do CD é também o primeiro single, ‘Just Dance’, que toma conta da pista de dança com sua vibração animada. Assim como para a igualmente grudenta ‘Boys Boys Boys’, GAGA não se importa de usar suas influências na manga. "Eu queria escrever a versão feminina de ‘Girls Girls Girls’ do Motley Crue, mas sob a minha ótica. Eu queria escrever uma canção pop que roqueiros gostassem!" 



Matéria completa da MTV aqui
 Imagens: divulgação MTV e blogs.

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